Moro com minha mãe,e meu irmão que também faz faculdade na são judas trabalha quase na mesma área que a minha só que com aparelhos eletronicos, E meio difícil de falar de mim? porque cada dia que passa vou descobrindo mas quem eu sou dos meus limites e da minha paciência e mais fácil falar do que eu gosto e do que eu não gosto; falar do que eu gosto também e difícil porque não gosto de quase nada mas vamos lá gosto de andar de skate,bike,jogar bola apesar que eu só ruins pra caramba,gosto de filmes nem todos os filmes,de músicas nem todas,de sair com os meus amigos, de viajar, resumindo gosto de me divertir, gosto de come pra caramba também ainda mais se for massa. o que eu não gosto e muito fácil e quase tudo, mentiras,falsidades coisas desse aspecto,filmes de romance,músicas de forro,axé não suporto.. !!!!!!!!!!
O hipismo e muito antigo , praticado por um homem e seu cavalo tem uma harmonia entre eles tornando colectivo.Desde os jogos olímpicos antigos ele era praticado como competição .Porem as regras e as competições como ocorrem hoje ,começaram somente no ano de 1883, nos Estados Unidos .No programa dos jogos olímpicos modernos, o hipismo foi incluído nas olimpíadas de 1912 em Estocolmo
O Hipismo e considerado espote por causa que tem patrocinadores regras postas pela associação de hipismo tem um tempo e local determinado para ocorrer tem premiações como medalhas carros.. tem toda uma estrutura também como segurança ambulâncias de plantão caso aconteça algo.... fora o conceito de fazer teste para o cavalo te doping entre outras para não a ver contradições fora da regra para não a ver o ganhar acima de tudo.
O Hipismo Jogo
O Hipismo jogo segundo Huizinga e quando tem um tempo e local determinado e regras e os seus próprios jogadores fazem como uma cavalgada ou um passeio com seu cavalo por onde quiser. e não tem restrições para quem participa e não a o uso de doping e outras droga para ganha mais sim fazer uma cooperação com o cavalo uma passeio um modo de se divertir também segundo Valter Brasch o hipismotambém e uma forma burgueses de que os que tem mais condições participe do que s menos que tem condições por se um esporte caro .
A luta grego-romana teve sua origem na Grécia Antiga.Assim como o pancrácio, a luta grego-romana também era um esporte importante nos festivais gregos.Era parte do Pentatlo na Grécia Antiga,um campeonato atlético que também incluía corrida salto,lanças e lançamento de discos.Os gregos reconheciam a luta grego-romana como uma excelente forma de desenvolver a destreza física e mental.Este apreço pela modalidade fez com que passasse a ser um esporte oficial nos jogos olímpicos a partir de 704b.C. As competições de luta livre são ate mencionadas na literatura grega, incluindo a Odisseia de Omero,que data de 800a.C.
A moderna luta grego-romana foi desenvolvida na França no inicio do século 19, e era parte do treinamento dos soldados de Napoleão.
Em sua versão moderna, a luta grego-romana é mais um esporte que uma arte marcial .Não se deve confundia com a luta livre ,pois luta grego-romana segue um estilo rigidamente centrada na parte superior do corpo,em que o competidor pode usar somente os membros superiores e atacar o oponente acima da cintura.Objetivo e imobilizar os dois ombros de um adversário ate a rendição.A luta grego-romana tem estilo e técnica únicas,quando comparadas a outras formas de luta;uma caracteristica da luta grego-romana são a luta com as mãos- a habilidade de controlar e manipular as mãos e braços do adversário para ganhar vantagem durante uma contradição dos membros superiores são movimentos empregados pelos lutadores grego-romanos durante uma disputa.Como o estilo proíbe ataques abaixo da cintura os competidores são encorajados a ataques de projecção do adversário ao chão,desde que os competidores não podem usar as pernas para prevenirem serem atirados
Um dos lugares onde a luta grego-romana era mas assistida e praticada na Grécia Antiga
Essa e uma foto antiga como modelo da lutar Grego-romana 704b.C
Não podemos confundir a luta grego-romana com a luta livre já que ambas tem a mesma caracteristica , a luta livre tem todos os tipos de luta misturados como por exemplo:JiuJitsu,Judô,Karatê,Boxe,entre outras. A luta grego-romana corre riscos de ser eliminada dos jogos olímpicos devido sua codificações em sua estrutura.A luta grego-romana tem sido modificada aos poucos em virtude da popularidade das artes marciais mistas como esta:
vale tudo"mixedmartialarts"(MMA).
Sequência de Golpes Grego Romana
Há a luta grego-romana foi considerada pela FILA uma da quatro lutas amadoras principais dos jogos olímpicos modernos desde 1896 e esta saio dos currículos escolares devido a sua modificações e estrutura
Durante todo o século XX ,a sociedade ocidental e o esporte passaram por inúmeras transformações.Foi na cidade aristocrática que surgia o conceito do FAIR PLAY criado pelo Barão Pierre de Coubertin idealizador dos Jogos Olímpicos da era Moderna . O FAIR PLAI definido por Coubertin representa a honra e a lealdade o respeito pelos outros e por si próprio. Características da sociedade pós -moderna.. Conclui-se, parcialmente,que a influenciado marketing e da midia pressionando os atletas por melhores resultados gera na mente de treinadores e esportistas o pensamento de vitoria a qualquer preço,culminado na utilização de meios ilícitos, tais como doping,a manipulação genética,processos de naturalização , entre outros ,quebrando assim os princípios do jogo limpo, um coisa que Coubertin não aceitava.
O fair play esta claramente vinculado com á ética no meio esportivo,não só no jogo como também na vida de cada pessoa, que designa o cara ter de cada um sua honestidade tanto no jogo como fará dele.Isso acontece por que o esporte e um fenómeno que visa equilibrar a razão,emoção e a espiritualidade do homem através do fair play ,ou seja, jogo limpo honestidade.Buscando promove uma mobilização em prol do comportamento e do pensamento ético de seus envolvidos"Portela" O fair play segundo "Pugh"na herança do comportamento humanos encontra a capacidade intelectual que esta atrelada a analise racionais e informativas,onde a emoção interfere na racionalidade analítica. No entando uma outra forma de assimilar de forma pratica o fair play seria utilizando como uma espécie de educação ,ou seja, de identificar-se no adversário,observando que ele é tão importante para a pratica esportiva quando a si mesmo. isso pode se aplicar no ténis por exemplo,não e o uso da raquete ,nem da rede, nem da quadra ,pois numa pratica improvisada todos esses elemento podem ser substituídos . O mais importante para se conseguir o prazer da pratica do ténis e o adversário"Cox". Assim também como "Mataruna dos Santos e Tercitano", citam uma vez que ,sem o adversário,a pratica do esporte torna-se impossível.
Os avanços teóricos e académicos na busca por propostas inclusivas e cooperativas na Educação Física (EF) são evidentes, todavia não podemos deixar de registrar que ainda persiste uma forte influência do mito da competição e do processo de esportivização na EF escolar (Correia). Embora ainda seja considerada uma proposta carente de estudos e de aprofundamento em alguns aspectos filosóficos, sociológicos e pedagógicos, apresenta-se como bastante adequada aos propósitos de uma EF escolar não competitiva (Correia; Darido). A EF escolar é historicamente influenciada pelo esporte de rendimento, além de facilmente incorporar a competição como elemento fundamental de sua existência. Lovisolo confirma isso, da seguinte forma: "considero que a competição que se expressa em ganhar e perder é a alma do esporte" e "creio, portanto, que se há atividade esportiva na escola, algum grau de competição estará presente" .Sob essa perspectiva, as aulas são orientadas pela adaptação do esporte de rendimento às condições estruturais da escola, criando o processo de esportivização das atividades e reforçando o "mito da competição" (Correia). Mito que acaba perpetuando uma concepção equivocada de que o aluno precisa aprender a competir para sobreviver às adversidades sociais, políticas e económicas da vida lutando contra seus pares. Entendemos a importância e a relevância de estudarmos e reflectirmos sobre a proposta dos JC como possibilidade de intervenção teórica e prática nesse contexto polémico. Para Bertrand , a educação do futuro exigirá das crianças e jovens de hoje a formação de valores diferentes da competição, da segregação e do racismo A EF escolar e os JC podem devem assumir tal desafio (Correia).
A principal referência em Jogos Cooperativos
Ao falarmos sobre Jogos Cooperativos, Terry Orlick torna-se a principal referência em estudos e trabalhos sobre esse tema.
Para esse importante pesquisador, os JC não são manifestações culturais recentes, nem tão pouco uma invenção moderna. A essência dos JC "começou há milhares de anos, quando membros das comunidades tribais se uniam para celebrar a vida" (Orlick, apud Brotto). São jogos baseados em atividades com mais oportunidades de diversão e que procuram evitar as violações físicas e psicológicas.
Orlick faz uma arqueologia para mostrar como os jogos perpetuados por determinadas sociedades refletem e repassam valores éticos, culturais e morais. Apresenta os J C como uma atividade física essencialmente baseada na cooperação, na aceitação, no envolvimento e na diversão, tendo como propósito mudar as características de exclusão, seletividade, agressividade e exacerbação da competitividade dos jogos ocidentais. "O objectivo primordial dos jogos cooperativos é criar oportunidades para o aprendizado cooperativo e a interação cooperativa prazerosa"segundo (orlick). Para esse ele não conseguiremos manter um ambiente humanitário em nossa sociedade reproduzindo um sistema social baseado em recompensas e punições. Apresenta estratégias para iniciar um processo de reestruturação a partir dos esportes e jogos tradicionais, introduzindo paulatinamente os valores e princípios dos JC. Propõe começar essas mudanças modificando a estrutura vitória-derrota dos jogos tradicionais pela vitória-vitória .
O ele cria uma categorização, conforme quadro abaixo, que se torna uma das principais referências para os novos trabalhos com JC e um importante instrumento para reconstruir e adaptar jogos a uma concepção não competitiva ou cooperativa.
Uma delas é a perspectiva política trazida por Brown , que encontra uma forte relação do jogo cooperativo ou competitivo com as questões políticas das classes socialmente desfavorecidas. Para ele, "uma de nossas tarefas de professores de EF é educar para não aceitar passivamente a injustiça [...] como educadores temos que transmitir outros valores. Podemos oferecer a alternativa da solidariedade e do senso crítico diante do egoísmo e da resignação" . Com essa perspectiva os JC ganham uma visão e um papel transformador, aproximando-se das abordagens crítico-emancipadoras da EF escolar. Destaca a importância dos JC porque libertam da competição, pois o interesse se volta para a participação, eliminando a pressão de ganhar ou perder produzida pela competição; libertam da eliminação, pois procura incluir e integrar todos, evitar a eliminação dos mais fracos, mais lentos, menos habilidosos etc.; libertam para criar, pois criar significa construir, exigindo colaboração; permitindo a flexibilização das regras e mudando a rigidez das mesmas facilita-se a participação e a criação; libertam da agressão física, pois buscam evitar condutas de agressão, implícita ou explícita, em alguns jogos. Oliveras também apresenta os JC destacando as mesmas características que Brown , porém tenta estabelecer uma relação desses jogos com a natureza. Ao relacionar os JC com a natureza, abre espaço para integrá-los com a temática do meio ambiente e da ecologia em projetos que venham a ser desenvolvidos na escola. Carlson vê nos JC um caminho para melhorar a saúde. Ao participar de jogos, as crianças se beneficiam física e psicologicamente das atividades, contribuindo para preservar sua saúde. Nesse sentido, os JC são introduzidos como uma forma de intervenção, sob uma abordagem multifatorial e holística, que envolve diversos aspectos relacionados com a saúde individual, tais como: as emoções, a aprendizagem, o relacionamento pessoal; a auto-estima, a necessidade de conhecimento e as condutas comportamentais. Essa nova abordagem, relacionando JC e saúde, vai ao encontro da perspectiva multifatorial da promoção da saúde defendida por Farinatti e Ferreira para a EF Escolar. Callado já propõe "potencializar a prática de jogos cooperativos" , pois considera que a cooperação se aprende cooperando. Eis um grande desafio, não só para a EF escolar, mas para a Educação como um todo. Procurando fazer uma interface dos JC com a Pedagogia do Esporte, Brotto propõe uma mudança para tornar o esporte menos competitivo e excludente, ou seja, "caracterizando-os como um exercício de convivência fundamental para o desenvolvimento pessoal e para a transformação." Também as características de uma "Ética Cooperativa: con-tato, respeito mútuo, confiança, liberdade, re-creação, diálogo, paz-ciência, entusiasmo e continuidade,como: desenvolver a cooperação entre duas equipes ou dois adversários, se somos obrigados a admitir,como também Lovisolo cita que a competição é inseparável do esporte? Existem aqueles que defendem a cooperação intra-time (Devide), porém quando assistimos a uma partida de vôlei ou futebol não observamos as equipes criando estratégias para cooperarem com a vitória dos seus adversários. Por outro lado, Korsakas e De Rose Jr. Ressaltam a necessidade de refletirmos os atributos filosóficos e pedagógicos do esporte enquanto património cultural da humanidade e pratica educativa, uma vez que o mesmo está susceptível às transformações históricas e sociais. Vemos com isso que a resposta a essa questão não será simples e envolverá discussões éticas, filosóficas, políticas e pedagógicas que extrapolam as delimitações desse artigo. Cortez . Identificou, em um grupo de alunos da 3a série do ensino fundamental, mudanças ocorridas no nível de satisfação, alegria, auto-estima, integração e competição a partir da introdução de um programa de JC. Observou e analisou as seguintes categorias de comportamentos e atitudes durante o trabalho com JC: "ação aleatória; interação social; papel do desafio no 'fluir'; pensamento reflexivo e solução de problemas e cooperação". De uma forma geral, suas observações e análises demonstraram haver alegria e satisfação durante a maior parte da experiência, além de muita vontade e empenho dos alunos para solucionarem imprevistos e dificuldades na execução das atividades cooperativas.Aguiar , ao estabelecer um diálogo entre a Pedagogia de Célestin Freinet e os JC na perspectiva estabelecida por Guillermo Brown, encontra possibilidades para uma prática educativa interdisciplinar e que pode ser uma ferramenta para a vivência e a criação de um novo cidadão e de uma nova sociedade. Esses conflitos são vistos como oportunidades para questionar com os alunos o paradigma da competição e pensar com eles a perspectiva da cooperação em suas relações cotidianas. Encontra nos JC uma proposta coerente com as perspectivas de mudança ou de superação do "mito da competição" (Correia) que a EF escolar vem buscando. Até mesmo as críticas de Santo, Silva e Barbosa são relevantes, porque nos alertam para não levarmos à escola os JC como uma proposta descontextualizada dos aspectos sociais, políticos e culturais relacionados à nossa sociedade dividida em classes.porque "aspiram um certo coletivismo muito nocivo do ponto de vista pedagógico" e isso tem que ser estudado mais a fundo.Além do mais, Brown e Correia ressaltam o cuidado para que os JC não sejam vistos como resignadores ou redentores, mas, apesar disso, não deixam de considerar seu potencial transformador. Embora a mediação do esporte pelos JC seja uma estratégia adequada para estimular a participação dos alunos e a cooperação intra-grupal, não se pode perder de vista a relação de oposição que continua implícita quando se trabalha com duas equipes. Essa estratégia deve ser vista como um processo para alcançar os objetivos de um projeto político-pedagógico da nossa sociedade, o qual pretende transformar o paradigma da competição em um paradigma da cooperação
Li o manual do corredor e imaginei a história da corrida,que todo as modalidades do atletismo fora criadas a parti de movimentos básicos do ser humano. O homem pré-histórico andava quilômetros e quilômetros para encontrar regiões mais fartas,cheias de comida agua, lançava armas pontiagudas para atingir caças e pedras para espantar predadores, saltava sobre rios e buracos, corrida de animais inimigos para sobreviver. Era uma época em que executar com eficiência tais movimentos era questão de sobrevivência. Pode-se dizer que tais movimentos eram instrumentos estratégicos de competidores que brigavam por suas vidas. E também virmos como podemos iniciar uma vida sem sedentarismo e começar uma vida mais ativa correndo e que antes de começar a primeira coisa é preciso garantir ao colocar em prática um treinamento regular de corrida é a segurança. Primeiro passo e procuramos uma orientação de um profissional, ou seja, um educador físico! depois procurar um médico e fazer um exame médico pra vermos se estamos aptos a fazer atividades físicas e outra dica é ter uma orientação de um Nutricionista para ter uma reeducação alimentar e assim ter uma alimentação mais saudável,e como nos hidratação corretamente, o alongamento é muito importante e o aquecimento também por essas e outra que devemos te um acompanhamento de professor de educação física. Outra dica e sabemos qual é tênis correto para a prática da corrida, verifique seu tipo de pisada antes de comprá-lo. No momento da compra, a estética deve ficar em segundo plano
Existem três tipos de pisadas: pronada, neutra e supinada.Um corredor é considerado pronador quando, ao pisar,Toca o solo com a parte externa do calcanhar e em Seguida, rola o pé excessivamente para dentro. A pisadaPronada, portanto, acusa um pé excessivamente “bambo”, com uma característica rotação interna (para Dentro). O formato da planta do pé tem pouca ou Nenhuma curvatura, conforme mostra o desenho:
Corredores pronadores devem usar um tipo de tênis que,Normalmente, possui a parte interna da entressola (entre a palmilhaE a sola do calçado) mais dura e/ou reforçada. Isso para restringir a Mobilidade medial excessiva e dar estabilidade para a pisada. A PISADA NEUTRA
Corredores pronadores devem usar um tipo de tênis que,Normalmente, possui a parte interna da entressola (entre a palmilhaE a sola do calçado) mais dura e/ou reforçada. Isso para restringir a Mobilidade medial excessiva e dar estabilidade para a pisada. A pisada neutra começa no lado externo do calcanhar e Movimenta o pé ligeiramente para dentro. Ela é Conseqüência de uma planta com um arco que vai até a Metade da altura do pé, como mostra o desenho: O tipo de tênis mais adequado para este tipo de pisada é O que apresenta um bom sistema de amortecimento de Impacto.
PISADA SUPINADA Os supinadores são aqueles que iniciam a pisada na borda externa Do calcanhar e esta continua na mesma linha. A pisada supinada, Ou para fora, é o tipo mais raro e o mais danoso ao corredor, que Neste caso tem o arco da planta do pé extremamente elevado. Como Mostra o desenho, apenas a linha externa do pé toca o chão. Esse Formato faz com que o pé aterrisse de forma rígida no solo, Distribuindo muito mal o impacto gerado pelas passadas. Por isso, o corredor supinador precisa usar um tênis com Entressola dotada de um eficiente sistema de absorção de Impacto, que amorteça consideravelmente suas passadas.
Quando pensamos em corpo, as primeiras imagens que vem em mente é músculos, vi ceras, ossos , gordura, "mente e espírito". Mas o corpo humano não se define por partes, e sim dentro de uma totalidade. No laboratório de anatomia, vimos cadáveres "humanos",aprendemos que os cadáveres não eram mais um ser humano pois os mesmos não tinham mais suas funções de ser humano,só tinham a função que era a degeneração ao contrario dos seres humanos que tem á auto regeneração. Entropia é um processo de degeneração crescente fechada, aonde não ocorre a auto regeneração e a neguentropia seria o oposto á entropia.
O corpo pode ser considerado também como uma obra de arte, com sua estrutura, sua forma de se regenerar sua capacidade de trabalho para o ser humano se manter em pé,e uma coisa fantástica o corpo do ser humano,o nosso corpo. Principalmente quando o corpo da mulher esta gerando um ser vivo uma criança e muito intrigante ,e a mesma e saber como o ser humano nasce um mistério para ambas as partes da ciências da religião pra o ser humano,nunca vamos saber ao certo se a vida esta no espermatozoide como diz a religião ou na formação dos primeiras linhas do sistema nervoso assim como designa a medicina já que eles acreditam que ai nasce a vida e também morre ela pelo celebro !!!!!!!! Ai esta a questão ????????
E meio dificil de falar isso quem sou? porque cada dia que passa vou descobrindo mas quem eu sou dos meus limetes e da minha paciencia e mais facil falar do que eu gosto e do que eu não gosto;
falar do que eu gosto também e dificil porque nao gosto de quase nada mas vamos lá gosto de andar de skate,bike,jogar bola apesar que eu so ruin pra caramba,gosto de filmes nem todos os filems,de músicas nem todas,de sair com os meus amigos, de viajar, resumindo gosto de me divertir, gosto de come pra caramba também ainda mais se for massa.
o que eu não gosto e muito facil e quase tudo, mentiras,falcidades coisas desse aspecto,filmes de romance,músicas de forro,axé não suporto..
Mas quem sou de verdade é: so conhecendo pra saber porque eu nao sei descrever quem eu sou!!!!!!!!!!