domingo, 6 de junho de 2010

Escritores da libertdade


"Escritores da Liberdade" (Freedom Writers) um filme que retrata muito bem a ideia de MEDINA quando traz a ideia da influencia da sociedade no corpo, e a ideia de classe dominante e classe dominada (aspectos capitalistas, individualistas e exclusivistas) e suas dificuldades.
A história é baseada em fatos reais, e se passa em uma escola periférica pública nos EUA onde a diversidade étnica é grande, gerando conflitos e como causa a criação de Gangues.
Erin Gruwell é a professora cheia de planos que entra na escola para pegar a turma "excluída" na escola, os alunos problemáticos. Ela enfrenta muitas dificuldades, mas aborda uma estratégia na qual assim como no filme "Vem dançar" o professor aborda. Se insere no contexto social dos alunos para entender melhor as suas realidades, e assim estabelecer uma estratégia melhor de ensino. No caso, ganhando consciência das gangues, ela entra nesse assunto em sala de aula e logo associa com a Segunda guerra mundial (os problemas étnicocentricos e raciais e suas consequências) ganhando ajuda de "Any Franck" e seu diário (o livro) no qual retrata uma das vítimas do Holocausto por consequência do etnocentrismo que é o principal problema do bairro e das gangues. Trazendo um conhecimento necessário para a vida dos jovens (Viviane Mosé - Café Filosófico), ela consegue resgatar aquela turma. Um ótimo filme, não só para educadores, mas para nós, Educados.




No filme podemos perceber que há uma grande rivalidade entre gangues ou tribos de varias etnias mas a professora tenta mudar esse sistema assim como cita (Valter Brecht 1986 p.64) "Nesta perspectiva, trata-se não de mudar o sistema ,mas sim de conseguir mudanças dentro do sistema .Não questionando o capitalista,trata-se então de fazê-lo funcionar MELHOR .
Assim sendo o processo de socialização não e um processo"neutro" ,pois ele acontece dentro de um contexto de valores específicos .Os valores dominantes que são inculcados são valores dominantes ,que como lembra Marx e Engels(1984) na "A ideologia Alemã",são sempre os valores da classe dominante.Dessa forma o que a socialização principalmente reproduz são as desigualdades sociais,isto é, é a própria dominação se processando.
Com essas considerações, vê-se que a educação, como já ressaltaram grandes educadores como Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.

sábado, 5 de junho de 2010

Dança


Tivemos uma experiência com dança que foi muito interessante, após discutirmos o filme Vem Dançar, a profª nos pediu para levar um ritmo para aula. A 1ª experiência foi com o alunos da outra sala de Ed. Física, eles apresentaram Country, JumpStyle, Rock anos 60, Música dos anos 70 e Forró, tivemos que observa-los e participamos com eles nos momentos solicitados mas foi como um pouco de militarismo fomos quase obrigados aparticipar e fazer umas coreografias que so por DEUs... Mas muito legal observar como as pessoas se comportam em um ambiente de dança, porém percebemos que muitos não gostam de dançar por causa do corpo, por medo representar algo para quem está olhando ou até mesmo por ter medo de fazer feio. Entendemos que esse tipo de reação acontece por não termos contato com a dança desde a infância, o único contato que a maioria tem é com a quadrilha da escola, dançar faz parte da nossa cultura, através de alguns estilos podemos reconhecer alguns estados do nosso país e também a cultura de outros países, Pudemos observar também que nos estilos em que os passos foram ensinados as pessoas se retraiam mais, quando foi a vez do forró aconteceu algo muito interessante, pois cada grupo apresentava o seu estilo, ensinavam os passos e nos convidava para dançar com eles, porém quando o grupo do forró começou a dançar os 1º passos, a maioria dos que estavam presente começaram a se levantar e formar casal para dançar, não foi preciso o convite do grupo. Eu acho esse estilo de dança muito interessante , pois quando observo as pessoas dançando esse estilo percebo que elas transcendem , são absorvias pelo som e pelos passos.
A 2ª experiência foi com a nossa sala, teve Anos 80, Lambada, Flesh House e Samba. No segundo dia as pessoas já estavam mais familiarizadas com a dança e com os colegas e o nosso trabalho ficou até parecendo uma Festa ate certos professores ficararam chateados com isso pois nao era para isso ter acontecino e o clima ficou tenso mas isso e outra historia.
Apesar da ultima experiência ter a conotação de baile e não trabalho, nos dois dias deu para perceber as três dimensões dos conteúdos "que trabalhamos", vários dos estilos apresentados nós só sabíamos fazer (Dimensão Procedimental) e com esse trabalho tivemos que pesquisar a história (Dimensão Conceitual) e durante a apresentação houve interação das duas salas, onde pudemos ver a colaboração, respeito ao próximo e cooperação (Dimensão Atitudinal).
Meu guropo apresentou a Lambada pensei que iria ser facil mas nao foi mas achei muito interesante sua historia como surgiu..
Diversos relatos de paraenses contam que uma emissora local chamava de "Lambadas" as músicas mais vibrantes. O uso pegou, batizando o ritmo cuja paternidade é controversa, motivo de discussão entre músicos e pesquisadores paraenses. Porém, é fato que o músico e compositor de carimbó Pinduca lançou, em 1976, uma música intitulada "Lambada(Sambão)", faixa número 6 do LP "No embalo do carimbó e sirimbó vol. 5". É a primeira gravação de uma música sob o rótulo de "Lambada" na história da música popular brasileira. Há quem sustente a versão que o guitarrista e compositor paraense Mestre Vieira, o inventor da guitarrada , seria também o criador da lambada. Seu primeiro disco oficial, "Lambada das Quebradas", foi gravado em 1976, mas lançado oficialmente dois anos depois, em 1978.

O novo nome e a mistura do carimbó com a música metálica e eletrônica do Caribe caiu no gosto popular, conquistou o público e se estendeu, numa primeira fase, até o Nordeste. O grande sucesso, no entanto, só aconteceu após a entrada de empresários franceses no negócio.

Com uma gigantesca estrutura de marketing e músicos populares, o grupo Kaoma lançou com êxito a lambada na Europa e outros continentes. Adaptada ao ritmo, a música boliviana "Llorando Se Fue" tornou-se o carro chefe da novidade pelo mundo.

Como acontece com certa freqüência em outras situações, a valorização do produto só se deu após reconhecimento no exterior. Seguiu-se um período intenso de composições e gravações de lambadas tanto no mercado interno quanto externo. Os franceses, por exemplo, compraram de uma só vez os direitos autorais de centenas de músicas. Dezenas de grupos e diversos cantores pegaram carona no sucesso do ritmo, como Beto Barbosa, Márcia Ferreira, Manezinho do Sax, outros ainda incrementando suas carreiras, como foi o caso de Sidney Magal, Sandy e Júnior, Fafá de Belém e o grupo Trem da Alegria.

Depois dessa fase de superexposição, como acontece com quase todo fenômeno midiático, deu-se um natural desgaste com a conseqüente queda nas vendas até cessar a produção.
[editar] Carimbó

O carimbó é uma dança indígena, pertencente ao folclore amazônico, que é uma das principais fontes rítmicas da lambada. Na forma tradicional, o carimbó é acompanhado por tambores de tronco de árvores afinados a fogo. Atualmente o carimbó tem como característica ser mais solto e sensual, com muitos giros e movimentos onde a mulher tenta cobrir o homem com a saia.

A maior influência hoje do Carimbó em região nacional é a banda Calypso (de Joelma e Chimbinha) que o apresenta a todo o Brasil, com todo um figurino colorido e alegre.
[editar] A lambada

A lambada dança teve sua origem a partir de uma mudança do carimbó que passou a ser dançado por duplas abraçadas ao invés de duplas soltas. Assim como o forró, a lambada tem na polca sua referência principal para o passo básico, somando-se o balão apagado, o pião e outras figuras do maxixe.

Usa, normalmente, as cabeças dos tempos e o meio do tempo par, se começarmos a dançar no "um", para as trocas de peso (pisa-se no "um", no "dois" e no "e" - que é chamado comumente de contratempo).

A lambada chega a Porto Seguro, e ali se desenvolve. Boas referências foram a Lambada Boca da Barra, em Porto, e o Jatobar no Arraial d'Ajuda, onde desde o início também zouks (lambadas francesas) serviram para embalar os lambadeiros.

Tudo isso acontece na época do apogeu do carnaval baiano, que ditava uma moda atrás da outra, e numa delas, apresentou a lambada ao Brasil. Essa segunda fase da dança durou apenas uma temporada e foi um pouco mais abrangente que a primeira, que só havia chegado até o nordeste. Até esse ponto a lambada tinha como principal característica os casais abraçados. Era uma exigência tão forte que, quando da realização de alguns concursos, aqueles que se separassem eram desclassificados.

No exterior e aqui, a lambada torna-se um grande sucesso e em pouco tempo estava presente em filmes e praticamente todos os programas de auditório aparecendo até em novelas. É a hora dos grandes concursos e shows. A necessidade do espetáculo faz com que os dançarinos criem coreografias cada vez mais ousadas, com giros e acrobacias.

Depois de algum tempo, a música lambada entra em crise e pára de ser gravada. Os DJs das boates aproveitam então para simular o enterro do estilo musical. A dança perde destaque, mas sobrevive, pois já haviam sido feitas nas lambaterias muitas experiências com variados estilos de música que tivessem a batida (base de marcação) que permitisse dançar lambada, só para citar um exemplo, a banda de rumba flamenca Gipsy Kings teve vendagem significativa por aqui por conta da dança, então as músicas francesas, espanholas, árabes, americanas, africanas, caribenhas etc. viraram a "salvação" e solução para a continuidade do estilo de dança. De todas, o zouk foi o ritmo que melhor se encaixou na nossa dança tornando-se a principal música para dançar lambada.

Esta passa a ser dançada com um andamento mais lento, com mais tempo e pausas que praticamente não existiam na música lambada, permitindo explorar ao máximo a sensualidade, plasticidade e beleza da nossa criação. Os movimentos ficaram mais suaves e continuam fluindo, modificando-se à medida que ela incorpora e troca com outras modalidades. Contribuem ainda as diversas pesquisas, até fora da dança de salão, como por exemplo, as de contato e improvisação. Hoje a relação com o parceiro volta a ganhar valor, as acrobacias ficam praticamente exclusivas para os palcos e os locais para dançar reabrem em diversos estados.

Mesmo não tendo por parte de alguns o devido reconhecimento, a lambada mostrou-se um grande incremento profissional.

Encontramos lambaterias e professores de lambada em diversos pontos do planeta e ainda que a chamem de zouk, muitos viveram e vivem dela até hoje.


Pena que eu nao pude participar por causa de um problemas..
O movimento tem um papel fundamental na efetividade e na cognição. Ele admite que a atividade muscular possa existir sem que se dê deslocamento do corpo no espaço. Vincula o estudo do movimento ao do músculo, responsável por sua realização. Diz que antes de agir diretamente sobre o meio físico, o movimento atua sobre o meio humano, mobilizando as pessoas por seu teor expressivo” (Wallow, citado por Galvão (2001), apud, Fiamoncini e Galli).

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Experiencia com jogos de atletisno

Tivemos a aportunidade te poder vivenciar algumas modalidades do atletismo.Tivemos arremesso de pelotas,salto a distancia,tudo bem improvisado e seguro.Improvisado porque alguns materiais não precisavam ser profissionais,como as pelotas por exemplo que eram de meias.E seguro porque a preocupação do professor com a segurança dos alunos para niguém se machucar, usamos tabém materiais como colchonetes,garafas pet, meias entre outros .Particularmente,eu acreditava que muitas práticas não são introduzidas nas escolas por falta de materiais apropriados,mas conversando com professores e vivenciando,percebi que estamos rodeados de materiais que servem de improviso,podendo trabalhar até com a reciclagem,o que provoca ao aluno sair do procedimental,saber fazer,mas sim,procurar alternativas pra execultar determinada prática.Apesar de ser muitas vezes individual,há algumas modalidades que a cooperação é nítida entre os competidores,extremamente lúdico.
Como Huizinga mesmo diz so precizamos de um tempo e espaço para algo bom e prazeroso acontecer .



A experiência dos jogos cooperativos me trouxeram uma boa compreensão na prática de como incluir todos os alunos em determinadas brincadeiras. Eles servem para estimular as crianças e até mesmo os adultos. Como cita Marcos Miranda Correia em um de seus artigos "São jogos basedos em atividades com mais oportunidades de diversão e que procuram evitar as violações físicas e psicológicas.", ou seja, de uma ludicidade imensa, prazeroso, divertido, com tempo e espaço definidos, com regras mutáveis para adaptação de todos os participantes, evitando assim o estraga prazer (Huizinga). As culturas se misturam, vemos então a corporeidade ou identidade de cada um, cada qual com sua educação, seus costumes, suas crenças e o principal suas experiências.

Existem jogos cooperativos sem perdedores onde há interação de todos e não há perdedores; de resultado coletivo, há uma divisão de grupos, mas todos interagem juntos; de inversão, onde as equipes se misturam todo o tempo e semi cooperativos onde não há exclusão de ninguém, mutando as regras para que todos participem.
Me senti bem participando das atividades propostas pelos meus colegas de sala, voltei a minha infância e consegui perceber certas minuncias agora com uma visão um pouco mais ampla observando com os temas aplicados em aula.

Capoeira


Ao lermos o capítulo guerra e jogo do Huizinga, encontramos as características do jogo na guerra, eu achava que isso não era possível, mas está tudo lá o prazer, a seriedade, o tempo e espaço definido, as regras, o ritual até o estraga prazer podemos encontrar na guerra. Foi solicitado para cada grupo um trabalho em que pudéssemos ver na mesma situação ou modalidade a luta, o jogo e o corpo. Aprendemos com os outros grupos que podemos encontrar os três elementos na vida de um dependente químico que quer se livrar das drogas, dos índios que querem preservar a sua cultura e na capoeira.
Existe o tempo e espaço definido, o prazer, o divertimento, durante a improvisação podemos ver a criatividade, também existe regras.
Segundo Huizinga (2007),
Jogo “é uma atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente da vida cotidiana”
“ Antes do início da batalha os mais bravos guerreiros desafiam seus equivalentes do campo adversário. A batalha é um teste do destino. (HUIZINGA, Johan. Homo ludens)

Em qualquer estilo de luta a o corpo fica em evidência, porém na capoeira podemos ver claramente a sua totalidade, por se tratar de uma luta complexa que exige que os capoerista , realizem movimentos, dentro de uma roda em permanente improvisação,isso fica claro na expressão corporal e facial.
Se tentarmos dar mais explicações sobre o corpo entraremos no pensamento de Descartes ou seja o dualismo “ Ao tentar explicar todas as suas dimensões, o homem se retalha em duas, três ou quatro partes e depois se torna incapaz de perceber a totalidade em que elas se realizam” ( Medina, João Paulo S. EDUCAÇÃO FÍSICA CUIDA DO CORPO... E “MENTE”). Em qualquer prática corporal precisamos ver o corpo como uma rede onde tudo se completa e não como uma construção que precisa de bloco por bloco para ficar de pé. Como podemos assistir a uma apresentação de capoeira ver apenas o corpo, seria possível a matéria realizar todos os movimentos sem a mente e sem a alma? A resposta é não, pois um precisa do outro para realizar os movimentos .
Também podemos ver se que a capoeira também tem momentos lúdicos que fazem parte de uma totalidade então podemos falar que e dança???????


Ou também a própria luta de contato que e a capoeira com a violência e sua mandinga


Valter Brecht(198,p.64) menciona que:
"Nesta perspectiva ,trata-se não de mudar o sistema,mas sim conseguir mudanças dentro do sistema" Não questionando o sistema (capitalista),trata-se então de fazê-lo funcionar melhor.
Assim sendo o processo de socialização não é um processo neutro ,pois ele acontece dentro de um contexto de valores específicos.Os valores dominantes que são inculcados são valores dominantes,que como lembra Marx e Engels(1984) na"a ideologia alemã",são sempre os valores da classe dominante.Dessa forma, que a socialização principalmente reproduz são as desigualdades sociais,isto é, é a própria dominação se processando"

"Vem Dançar", um drama inspirado na história real de Pierre Dulaine, um professor e competidor que ensina dança de salão como voluntário a um grupo variado de alunos do ensino médio de uma área carente do centro de Nova York, mantidos de castigo. A princípio, os alunos estão desconfiados quanto a Dulaine, principalmente quando descobrem que ele está ali para ensiná-los a dançar, mas seu comprometimento e dedicação inabaláveis pouco a pouco os inspiram a abraçar o programa. Na verdade, eles chegam a levar a idéia um passo adiante, combinando a dança clássica de Dulaine com o estilo e a música hip hop, criando uma fusão única e cheia de energia. Quando Dulaine se torna um mentor para seus alunos, muitos dos quais não tiveram muito pelo que lutar em suas vidas, ele os motiva a aprimorar suas habilidades para uma competição de dança de salão de muito prestígio da cidade e, em troca, eles compartilham valiosas lições sobre orgulho, respeito e honra.
Mais percebi por enquanto alguns aspectos, que a dança tem um fator de união, cooperação, socialização, humanização, podemos ver que os alunos não aceitam de forma alguma o estilo de dança que o professor propõe, porém com o passar do tempo que eles vão aprendendo vão se unindo cada vez mais, mostra o amor aparecendo entre eles e que praticas corporais pode ajudar você sair de um caminho que não é o correto e buscar algo melhor para sua vida, no final do filme ilustra bem a cooperação entre eles, tem 2 alunos que brigam para dançar o filme inteiro com uma menina porém no final eles se unem e os 3 dançam juntos para superar a outra dupla e mesmo sendo desclassificados por isso a outra dupla pede para os pontos serem contabilizados, pois eles conseguiram se superar e superar eles. fora que no final do filme não mostra quem ganhou a competição ou não e ninguém se importa, pois naquele momento o que importa mais pra eles é o prazer de estar ali, a felicidade, amor, trazendo aspectos lúdicos (Huizinga), e mostra que as praticas corporais pode mudar a forma de viver e ver a vida de todos.




Independente de suas origens classes valores você tem que se unir a alguem para poder vencer e encarar a vida .
Foi preciso compromisso e muita criatividade, para então conquistar a confiança e interesse dos alunos. A junção do Hip Hop com a dança de salão foi determinante para o completo interesse dos alunos, e de forma lúdica (Huizinga, Johan - Homo Ludens), ensinou a importância conceitual, procedimental e atitudinal da dança. Novas vivências, novas descobertas, novos interesses, que resultam na incorporação de novas características e valores.
Somos seres humanos e o nosso corpo tem uma:(Totalidade = bio/psico/social) e tudo a nossa volta está em constante mudança.




O Homem Bicentenário conta a história de um robô que dura cerca de 200 anos. Seu criador e seus descendentes mudam partes do robô, para atualizá-lo. A cada nova mudança, ele passa a ter mais e mais características humanas. No filme Robin Williams faz o papel do robô.Gradualmente, sua aparência se torna mais e mais humana, até um ponto em que ele chega a agir como um ser humano normal,
, com pensamentos, sentimentos e desejos, ou seja, o robô teria se transformado em gente. No final a mulher pela qual o robô está apaixonado vai morrer, ele decide que não pode ficar sem ela e também deve "morrer".Esse tipo de histórias em filmes, mostram robôs que agem como seres humanos, interpretados por atores reais. Andrew encontrou um cirurgião, que também era robô, em quem podia confiar. Ordenou-lhe que fizesse a cirurgia para ligar seu cérebro positrônico aos nervos orgânicos que já haviam sido implantados em seu corpo há muitos anos, fazendo com que seu cérebro fosse envelhecendo e morrendo aos poucos.Somente quando completou 200 anos é que conseguiu sua condição humana. Andrew queria muito a sua liberdade. Morreu depois de ganhar na Justiça o direito de cidadão e de ser proclamado pelo presidente do mundo, “Homem Bicentenário”.
Também podemos ver que no filme ele vai adquirindo sua partes umanas como um todo na sua totalidade de uma unica vez esquecendo que nada na vida simboliza o pensamento carteziando divisão por partes mas sim a grande e unica totalidade



"Nós aqui estamos por vós esperamos




Com imagens de arquivos, extratos de documentários e de algumas obras clássicas do cinema, o filme faz uma retrospectiva das principais mudanças que marcaram o século XX, retratando tanto os personagens que entraram para história, como homens comuns que em seu cotidiano também fizeram a história desse século.
Arte e guerra, sonho e realidade, vida e morte.
Um aparente antagonismo que se funde para retratar o século XX, no contexto que se inicia com a Primeira Guerra Mundial.
O século XX.


Com uma visão humanista, as ilusões do homem do século XX são retratadas, em meio ao desenvolvimento tecnológico, guerras e tragédias.
O mundo e o homem do século XX, antes, durante e pós-guerra fria: guerras, revoluções, golpes, ditaduras, nacionalismos e movimentos sociais.



mas também podemos ver que apesar de tudo as pessos encontram uma forma de escapar uma fuga para ter momentos ludicos de prazer como nessa parte do filme



vemos muitas realidades como a guerra, a arte , os corpos expressando angustia desespero , fora a evolução do esporte, praticas corporais entre outros detalhes , a evolução no contexto mais diversificado possível. Os fatos que a história nem precisa contar só de olhar o corpo nota-se as memórias de cada indivíduo.Assim podemos ver também jogos pois na guerra também a princípios que se referem a jogos ,mas falando em jogo, jogos cooperativos são muito interessantes pelas visões pela proposta , interagir e integrar, sociabilizar, estipular regras, mudá-las tornando-o ainda mais completo e abrangedor de olhares e perspectivas.
e nao so ver o corpo ou o mundo como partes mas sim como um todo numa totalidade .
assim também como poucar pessoas fazem muitas coisas na nossa vida e ficamos marcados com isso. pequnos gestos fazem muita diferencia